quinta-feira, 21 de julho de 2011

A Morte da Alma

     A morte da Alma

      Hoje trago mais um trecho de ensinamento de Jesus sobre a alma, mais especificamente sobre sua morte, e das suas consequências:
    
      [...] Não podeis, não deveis dizer: "Eu sou jovem. Tenho tempo de fazer isto e aquilo, e depois pensar no Patrão, na morte e na minha alma". Morrem os novos como os velhos, os fortes como os fracos. E aos assaltos da tentação estão igualmente sujeitos velhos e jovens, fortes e fracos. Olhai que a alma pode morrer antes do corpo, e vós podeis levar, sem saber, andando por aí, uma alma pútrida. Tão insensível é a morte de uma alma! É como a morte de uma flor. Não há grito, não há convulsões... inclina apenas a sua chama, como uma corola cansada, e se apaga. Depois, às vezes muito depois, imediatamente depois outras vezes, o corpo percebe que está levando dentro de si um cadáver verminoso, e torna-se louco pelo espanto, e se mata para fugir àquele conúbio... Oh! não foge! Cai exatamente com a sua alma verminosa sobre um fervilhamento de serpentes na Geena.

(Valtorta, Maria. O Evangelho como me foi revelado. Isola del Liri - Itália: Centro Editoriale Valtortiano, 2002. v. 2. p. 125-126) (os grifos são meus)

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